Relato de Parto do João – a aventura de nós dois

Continuando a nossa macro-série sobre parto (!!!), resolvi postar o relato que escrevi três meses depois que o João nasceu. Fui uma grávida obcecada por relatos (alguémreparou?). Li 5.000.000 de vezes os da Mari, o da Lia, da Anne, o da Flávia, o da Priscilla e dezenas de outros. Umas mais índias (ah!), outras mais nem-aí, cesáreas, partos domiciliares, histórias felizes e outras pedindo recall. Li, mastiguei, engoli tudo. E ruminei o parto do João.

Está aí, a minha colaboração para a obsessão de vocês. Não tem muitas informações precisas, por duas razões: 1) não sou muito precisa, 2) estava tão embasbacada pelo filhote que o relato não poderia ter outro formato: é uma carta de amor.

‘Bora ler?

 IMG_8385

 

“A voz do anjo

sussurrou no meu ouvido

eu não duvido

já escuto teus sinais

que tu virias numa manhã de domingo

eu te anuncio

nos sinos das catedrais

Tu vens, tu vens,

Eu já escuto teus sinais…”

Filho, hoje faz três meses que vc chegou. É um domingo, como aquele. Ainda que o dia tenha amanhecido lindo, está chovendo agora, como no dia que vc nasceu. Tudo conspirando para que eu, finalmente, registre o começo da nossa história, para não esquecer nenhum detalhe quando for te contá-la, daqui há uns anos…

O seu parto começou quatro meses antes de você nascer, quando conheci o Isthar. Até aquele momento, eu não pensava em como você viria ao mundo. Tive muitos problemas no início da gravidez e, até pouco antes daquela reunião, estava concentrada em te manter dentro de mim, vivo. Tinha acabado de conquistar uma gravidez saudável. Ao ouvir as histórias daquelas mulheres, ver seus olhos brilhando ao falar de dor e prazer e, mais que tudo, ao presenciar sua ligação com seus filhos, não tive dúvidas que seu parto seria nossa primeira aventura juntos.

Fiquei viciada nas reuniões. Esperava o mês todo pelos encontros do Isthar. Aprendia a cada relato: Carlaila, Pat, Clara, Jane, Rafa, Laura, Paula, Inessa e tantas outras. Chorei com a Polly, quando discutíamos o tratamento que recebiam os recém nascidos nos hospitais. Percebia o carinho da Helena, que se sentava ao meu lado nas reuniões, para explicar, baixinho, coisas tão básicas, das quais eu nunca tinha ouvido falar: episiotomia, ocitocina, kristeller. Fui aprendendo e construindo dentro de mim o início da história de nós dois.

Quando a gravidez foi chegando ao fim, comecei a sentir nostalgia. Estávamos tão conectados! Sentia que precisava de mais tempo, para te dividir com todo mundo. Deve ser por isso, filho, que vc só começou a dar sinais da sua vinda quando minha gestação já tinha mais de 40 semanas…

No dia 10 acordei à 01:00 hora, sentindo dor. Não tinha mais dúvidas; eu estava pronta, você estava pronto. Pensei, com orgulho, em como estávamos conectados: sempre quis que vc nascesse num fim de semana.

Há algumas noites seu pai já acordava com os meus desconfortos noturnos. Eu não conseguia dormir, e, rolando na cama, acabava despertando-o. Normalmente, o chuveiro me aliviava. Naquela noite, não funcionou. Estava chovendo há muitos dias. O aquecimento solar não esquentara a água o suficiente e eu me vi chorando de frio.

Seu pai sugeriu que eu fosse para a banheira. Ele subia e descia com as panelas, cheias de água quente e amor. As contrações estavam fortes, eu tentava medir sua frequência e intensidade, sem sucesso.

Quando começou a amanhecer, pedi ao seu pai que ligasse para o Dr. Geraldo, para a Karine e a Helena. Tinha a sensação que não aguentava mais. Quando ele disse que mandaria uma mensagem, fiquei uma fera. Queria todos comigo, já! Nascia a onça que ia te parir…

Sua tia Kaká foi a primeira a chegar. Eram seis da manhã, eu tinha 4 cm de dilatação. Pouco depois veio a Helena. A presença delas foi suficiente para renovar minha energia e me fazer recordar: bebês nascem todos os dias, nós éramos fortes e daríamos conta, eu tinha sido feita para isso, milhares de mulheres já haviam passado pelo que eu estava sentindo e ainda passariam. Quando Dr. Geraldo chegou, ficou claramente fascinado por aquele clã de mulheres.

Deste dia, tenho na memória apenas flashs, meu amor: lembro de Helena entrando no chuveiro, de roupa e tudo, para me fazer massagens, quando eu achava que nada mais me consolaria. Da minha felicidade, ao ver que estava perdendo o tampão, ensanguentado e gelatinoso. Lembro dos olhos da sua Tia Karine, azuis, brilhando, quando ouvia seu coração. Da árvore de Natal, linda, linda, piscando o dia todo. Lembro do seu pai, comendo bolo de chocolate e gargalhando. Sinto o cheiro do óleo de castanhas e gosto de maracujá.

Passamos o dia todo neste ambiente de família. Eu sentia dor, estava cansada, vomitava muito, mas estava feliz, recebia muito carinho. Às 13:00 horas, tinha 6 cm de dilatação. As contrações deram um descanso e consegui dormir, enquanto todos comiam pizza e riam.

Às 18:00 horas resolvemos fazer um outro toque. O plantão da Adrinês na Casa de Parto terminaria às 19:00 horas e ela estava nos esperando. 7 cm!!! Apenas 1 cm em cinco horas…

Durante o toque, a bolsa se rompeu. Era diferente do que eu imaginava, mais sangue que água. Não senti nenhuma dor especial, mas, a partir daí, as contrações se tornaram muito mais fortes. Pegamos as malas para ir para o Sofia. Na porta, Alexandre me perguntou: “Tem certeza que quer ir, meu amor? As coisas estão indo tão bem aqui…” (!!!!!!)

O trajeto de carro foi uma verdadeira tortura. Cada brita no asfalto parecia uma facada. O Sofia nunca foi tão longe. Eu estava indo lá, semanalmente, desde a 37ª semana de gestação, para escalda-pés e massagens. Sempre era um passeio. Em trabalho de parto, parecia uma via crucis!

Chegamos e o quarto Leila Diniz estava nos esperando, com aquela luz azul que eu tinha visto no vídeo do parto da Paula A banheira estava vazia e as contrações estavam punk, por isso, resolvi ir para o chuveiro. A água estava gelada!!! Eu me contraía de frio e a dor aumentava. As meninas se empenhavam em encher logo a banheira, mas a água estava sendo esquentada em um ebulidor, jarra por jarra!

A banheira não me consolava. Comecei a pedir pela anestesia. Fizemos outro toque: 9 cm de dilatação! Alexandre tentou ponderar comigo, como eu tinha pedido no Plano de Parto, “estava tão perto, eu já tinha ido até ali”. Acabou ganhando um palavrão. Eu alternava entre o choro e os xingos. Em um determinado momento, exigi a anestesia.

As meninas pediram à anestesista que fosse ao quarto me atender. Ela não aceitou, mas deixou que eu retornasse à Casa de Parto depois do procedimento. Sua avó Gina e sua dindinha Riri estavam na Casa de Parto, há horas, mas sequer tinham me visto. Quando seu pai me disse que elas tinham chegado, eu enfurecida, disse que não queria ninguém lá (“o que vieram fazer aqui *%$#@?”). Com a anestesia, retomei a sociabilidade. Jantei com elas, caminhamos, fizemos ginástica, rimos. Eu tinha medo que o relaxamento fizesse trabalho de parto parar, então, me empenhei em estar o mais ativa possível.

Por volta das 22:30 hs, voltei a sentir o corpo contraindo, mas sem dor. Sua tia fez outro toque e viu que eu tinha 10 cm de dilatação. Voltei para a banheira, para te fazer nascer!

Com a anestesia, o pouquinho de consciência corporal que eu tenho se esvaiu, por isso, precisei de ajuda para saber quando tinha que fazer força. Tia Kaká mantinha a mão na minha barriga e me avisava quando a contração estava vindo. O resto era comigo. Esta é a única sensação que lamento ter perdido no seu parto: sempre quis sentir os puxos, saber como a natureza faz para ensinar as mães a tirarem os bebês das barrigas.

Quando vc coroou, achei que nunca tinha sido anestesiada. A dor era alucinante, parecia que havia um maçarico apontado para mim. Chorei, gritei, xinguei. Não suportava que ninguém me tocasse. A pobrezinha da Helena, que me sustentava de cócoras, levou um milhão de cabeçadas. Eu, totalmente maluca, dizia para que não me encostasse – como ela me seguraria sem encostar, só deus sabe! Tia Kaká tentou amparar meu períneo e levou um grande tapa – que, segundo ela, também atingiu a sua cabeça. Meu amor, eu não disse que seria uma aventura para nós dois??😉

Segundo o seu pai, entre o momento que a sua cabeça apontou e a hora que você nasceu se passaram 40 minutos. Para mim, pareceu durar para sempre e só um segundo. Perguntaram se eu queria te ver com um espelhinho e eu não quis. Se queria tocar o seu cabelo, e eu neguei. Só queria que acabasse logo.

Filho, nada na minha vida foi mais emocionante do que vc saindo de mim. Sua tia só te amparou e me entregou. A dor acabou imediatamente. Acabou cansaço, fome, irritação, agressividade, enjôo. Senti uma euforia, uma felicidade mágica que não consigo explicar. Todo mundo sumiu. Éramos só nós dois. Seu pai, Helena, Tia Kaká, Adrinês…todo mundo ficou embaçado. Senti o seu cheiro, que era o melhor do mundo e até hoje enche a minha boca d’água. Devia ter te lambido. Não faz mal: tenho a vida toda para te lamber…

Obrigada, João, por ter me escolhido para ser sua mãe.

Obrigada Alexandre, que divide comigo o que tenho de melhor.

Karine, por ter voltado para minha vida de um jeito tão especial.

Helena, por ser só amor.

Polly, por ter inventado o parto na minha cabeça.

Adrinês, por ter dado tanto de si a uma desconhecida.

Obrigada a cada mulher do Isthar e da Parto Ativo BH, que dividiu seus desejos, suas expectativas, vitórias e frustrações. A mãe que sou foi um pouco parida por vcs.

Todo amor do mundo,

Gabi

11/03/2012

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32 respostas a Relato de Parto do João – a aventura de nós dois

  1. Sarah diz:

    Como da primeira vez que li, chorei feito louca.
    Ainda bem que, diferente do que queria, eu estava lá! =]

  2. Polly diz:

    Foi exatamente como precisava ser!! Parabéns minha querida que virou amiga!😀 Bjos em vcs!!

  3. Paula diz:

    Gabi, fico emocionada em ler novamente seu relato e ver a contribuição dessa rede de mulheres, em que cada uma, gentilmente, compartilha (e ajuda a construir) uma vivência de parto que não é atrelada a sofrimento. O parto, para mim, é um evento sagrado e me alegra muito saber que masi um bebê foi recebido de forma respeitosa e que sua mãe foi a protagonista desta história. Parabéns, querida!! bjos pra família linda =)

    • Paula, você sabe a importância que o parto da Maitê teve na minha história… Amo ouvir o seu relato!
      É, de fato, maravilhoso quando vemos um final feliz. Acho que o objetivo do blog é este: alimentar esta rede de informação e amor. Quanto mais bebês nascem com dignidade, quanto mais mais têm experiências prazerosas, maior o efeito “viral”, outras mulheres se reconhecem como capazes. Se, com o meu relato, eu ajudar umazinha que seja, como vc ajudou, estou feliz!!!

  4. Paula Manzali Brugger diz:

    Ei Gabi, sou prima da karine e queria te dizer que sua história com o João me emocionou e inspirou! E hoje estou aqui, lendo seu blog e escutando o Pedro resmungando atrás de mim, nascido há 4 meses, na banheira do Sofia, pelas mãos da Ká, um momento mágico. bjs.
    Paula Brugger

    • Paulinha, que bacana te ver aqui! Lembro de vc pequenininha, na fazenda do meu avô! Tive notícias do seu parto lindo, pela Ká!!! Passa aqui para trocarmos mais figurinhas!

  5. Ana diz:

    Emocionada estou e emocionada ficarei toda vez que lembrar desse relato.
    Beijos com amor!

  6. Karine Magalhães Brugger diz:

    Me arrepio toda ao ler e me relembrar daqueles momentos tão mágicos e, de certa forma, surpreendentes que foi seu trabalho de parto e parto. Para mim também foi uma primeira vez, tentar dissociar a emoção da razão e do profissionalismo! Não foi fácil… mas foi um momento único na minha vida pessoal e profissional, que guardarei com muito carinho e que servirá de exemplo para quando chegar a minha vez. Com certeza me lembrarei de você, Gabi, do João e dessa família linda que surgiu!

    • Será lindo quando chegar a sua vez, Ká, porque o universo tem que te devolver o bem que vc faz às mulheres que atende.
      Muito obrigada, de novo, minha querida!!!

  7. Alexandre Pimenta da Rocha diz:

    Só sei chorar ao ler esse relato…
    Sou muito orgulhosa da mulher e mãe que vc se tornou.
    Amo vc muito.

  8. Deborah diz:

    Que coisa mais linda! Chega a ser divino, sabia?! Eu me emociono com a mulher que se tornou e me recordo de quando eu ficava horas no ônibus, voltando da faculdade, louca para chegar logo em sua casa para poder ficar te cheirando, te lambendo, te mimando…E hoje leio essa prova de amor tão intensa, tão profunda, tão real…E esse amor declarado, escrito, vivenciado em cada vírgula, cada ponto, comove todas as pessoas que leem. E me reporto à carinha do João e a esse amor louco que sinto por ele, talvez ampliando aquele sentimento que mexia tanto comigo quando vc ainda era um bebe.Acredito em cada emoção sua, pois enquanto jovem pude sentir ao te ver nascer e crescer, e, mais tarde, quando tive os meus filhos….Amo vc e amo mais ainda o que me fez e continua fazendo sentir …

    • Ai, Kakal… Estou em lágrimas! Amo tanto!!!
      A mãe que sou é fruto do amor que recebi. Amar a gente aprende sendo amada, e eu tive excelentes professores…

  9. Deborah diz:

    não é Deborah, amor é kakal…kkk
    Não sei como fazer…Burrinhaaaa

    • Rsrsrsrs
      Comédia!!! Mamãe comenta com a identidade do Alexandre, vc com a da Dedé!!! Ê confusão!!!!
      Amo vc, lindona! Delícia te ver aqui, mesmo “mascarada”!

      • Deborah diz:

        É que não sei…mandei outro relato para vc, troquei o nome da dedé pelo meu e sumiu!!!kkkk Aí tive que ler tudo de novo para me emocionar novamente e escrever…kkkk Esse tal de “roquenrool” é difííí´cil demais…Mas ainda chego lá! Beijos amor!

  10. Laís Martins diz:

    Gabi, sou muito amiga da sua tia Kakal e por curiosidade entrei no blog, pois vi uma publicação no face…
    Fiquei encantada com o post do niver do João (as fotos ficaram muito lindas e as ideias foram pra lá de criativas!).
    E agora lendo o “Relato de Parto do João” foi emocionante. Não a conheço pessoalmente, mas é lindo ver o amor, o carinho, a dedicação… Simplesmente contagiante!!!!
    Gostaria de parabenizá-la por este blog. As ideias são pra lá de maravilhosas e algumas pode-se aplicar a sobrinhos e afilhados (ainda não penso em ser mãe #novademais!), o que para mim é ótimo!!!
    Me tornei uma leitora do blog! rs

    • Laís, que bacana que gostou!!! Morro de orgulho!!!
      A gente começa a se preparar para ser mãe quando nasce, querida. A mãe que sou para o João é fruto do amor que recebi da minha mãe, da Kakal, das minhas amigas que tiveram filhos antes de mim… Vc está num ótimo caminho!!!
      Bjs!

  11. Deborah diz:

    iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii esse blog tá um saco!!!Faz a gente chorar toda hora…Ah nem!!!
    Agora vem a Laís, uma menina!!! Pode parar gente!!! Emoção a flor da pele…Num dia de chuva… isso é brabo demais!!! kkk

  12. Gisselly Barbosa diz:

    Olá Gabi, sou Gisselly tia de Greg, ele me indicou seu blog, pois tenho uma princesa de 6 meses e com certeza suas publicações serão super valiosas para nós… Amei tudo até agora e me emocionei muito tmb… Bjo!!!

    • Ei, Giselly! Que bom que está gostando! Estou amando escrever o blog! Curta cada minuto com a sua princesa, pois passa tão rápido…
      O Greg é um querido! Manda um beijo para ele!

  13. Mari Bz diz:

    Que lindo, Gabi! Informação é poder, né não? Tão bom ver gente assim, tão lindamente esclarecida… tá de parabéns, viu?
    beijão – e obrigada pela citação!😉

    • Mari, eu amo o relato do parto do Lucas, porque é uma história de final feliz, bem resolvida, de acordo com os seus desejos… Tem que ser assim!
      Obrigada vc, por compartilhar!
      Bj gigante!

  14. Lindo Gabi!!! Parabéns pela garra, pela coragem e pelo relato. João chegou ao mundo lindamente🙂

    Eu também suporto melhor a dor sozinha. Fico bem chata e não gosto que fiquem me pegando sabe? Hahaha. Por isso que mandei meu marido ir dormir enquanto eu estava em TB. Tadinho. Só ficamos eu e minha gata.

    Essa dor que você falou, de parecer que tinha um massarico apontado pra você foi quando o João coroou ou um pouquinho depois? Porque eu estava sem anestesia nenhuma quando a Mel coroou e até me lembro da dor (iu!) assim, num geral, não especificamente naquela região. Mas quando ela começou a sair (foram dois empurrões apenas) eu tinha acabado de tomar a raquianestesia.

    Bjão pra vocês dois

    • Mi, eu acabei ficando mais sociável do que de costume. Achava que a presença das pessoas ia me incomodar muito mais do que de fato aconteceu.
      Não lembro exatamente quando senti a dor, se foi logo que ele coroou um um pouco depois. Sei que fiquei muuuuiito brava. Gritava “Chega, acabou, tirem ele daí AGORA”. O que eu queria que fizessem, só Deus sabe.😉
      Por isso que tenho um pouco de medo de deixar João assistir o parto do meu próximo bebê. Tenho vontade que ele participe (se ele quiser, é óbvio), mas como não controlei a agressividade, fico com receio.
      O que vc pensa sobre isso, já que está programando um segundinho?

      • Eu acho lindo o irmão/irmã assistir o parto! Mas no meu caso ainda não tinha pensado nisso, haha. Estamos conversando, analisando, pensando… Mas aquela dúvida se ter ou não passou. Quero sim, pelo menos isso eu sei agora🙂

        E vocês? Planejam pra logo?

  15. Que lindo, Gabi! Parabéns! Que seu relato também seja inspiração e informação para muitas outras mães.
    Beijos

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